segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Eu vejo assim e ...





não me importo com o que dizem e sabe por quê? Porque ser assim faz a vida ser mais leve. Sem grilos, sem interrogações, sem empecilhos, sem divisões, sem mais pedras daquelas que devemos suportar. Sem achar que existem resposta prontas para tudo. 

Não há fórmula mágica pronta para cada pessoa. Somo tão diferentes, distintos em características e jeito de ser. Como sonhos diversos. Não precisamos seguir a boiada, devemos ao nosso ser a  liberdade para caminhar por aí sem chaves, cadeados, prisões. 

Para poder escolher, para amar, para se valorizar, para ser nós mesmos. Não seguir padrões por imposições. Somos quem devemos ser. Se isso causa estranheza, temor, receio, pois deixa ser desse jeito. 

Não podemos carregar um fardo maior do que nos é concedido. Leveza, paz de espírito, alegria. Soltar sorrisos para por mágica na vida. Cantar para tornar a vida mais animada, ser por essência, valorizar o eu, suas características, falhas, detalhes. 

O importante não é ser igual, estar no padrão, é a singularidade. Ser único, ser especial, ser diferente. 

Ser, independente do que digam, que achem, que pensem. A existência é única. Não precisamos passar a vida inteira deixando de acreditar em nós. Vamos que vamos.


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O conhecimento muda a perspectiva






Peguei um livro já lido na estante e reparei que as traças haviam feito um grande estrago. Havia um caminho nas folhas amareladas, carregadas de história, sensibilidade, dores, medos e anseios dos personagens. 

No caso, era um livro baseado em fatos reais, portanto, bem mais pesado. A cada frase, os leitores se tornavam testemunhas oculares de algo real, que acontecerá, no nosso mundo em um tempo passado. 

Pode ter ocorrido em seu país ou em terras mais distantes. Mas era algo especial, que agora estava se deteriorando. Começara a deixar de existir pouco a pouco. Um tremendo paradoxo. 

O real, acontecido, desaparecendo por culpa de um animal e sua voracidade de comer histórias e letras impressas. Um universo particular sendo devorado. A traça apreciadora de personagens reais começara a destruir personagens. 

Após o pesar, o desejo de resgatar na memória relatos dos personagens. Algo me fez parar para pensar. Será que as traças tinham ciência do peso dessa história. 

De toda carga emocional que ela carregava. 

De toda humanidade que cabiam ali naquelas páginas. Será que elas sabem? 
Acho que não. Se soubessem jamais fariam isso. Imagine o tamanho da indigestão.